sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Segundo a Bíblia, PODEMOS COMER DE TUDO?



Desde o princípio Deus se preocupou com o bem estar na raça humana. Mesmo antes do pecado Deus estabeleceu seu regime alimentar (Gênesis 1:29) como fonte de benção para a raça humana e também para os animais que não precisariam morrer e nem sofrer, pois não havia morte nem dor no Éden. Ao longo dos anos, porém, tem surgido aqueles que questionam o regime indicado por nosso Criador, e acham que podem comer de tudo, sem perguntar nada por causa da consciência ( I Coríntios 10:25). Estas pessoas, que “consultam o paladar em vez da razão”, dizem tomar como base para uma alimentação sanguinária, a Bíblia, e citam alguns textos para abonar e defender sua alimentação com base na morte e na dor. O Dr. Márcio Vicente, esclarece estes crassos erros teológicos e alimentares, e abre diante de nós a verdade da Palavra de Deus sobre esta questão.

Abaixo, o texto que ele nos enviou:

Respondendo os argumentos da turma do “liberou geral” sobre as regras alimentares da Bíblia. Sobre Marcos 7:15 e 19, diz a Bíblia:

“Nada há fora do homem que, entrando nele, possa contaminá-lo; mas o que sai do homem, isso é que o contamina”

“porque não lhe entra no coração, mas no ventre, e é lançado fora? Assim declarou puros todos os alimentos.”


No verso 17, do mesmo capítulo “os discípulos interrogaram acerca desta parábola”. Veja caro leitor, é uma parábola. Parábola é uma narrativa alegórica que transmite uma mensagem indireta, por meio de comparação ou analogia. Assim, é evidente pelo contexto, que Jesus não estava ensinando que não tinha valor algum, hábitos simples de higiene como o de lavar as mãos, ou de que se poderia comer de tudo no sentido absoluto.

Grosso modo, Jesus não estava autorizando comer lagartos, cobras e baratas. Esta explicação simbólica deve ser interpretada no sentido alegórico, espiritual: o que contamina o homem é o que sai do homem e não o que entra pela boca. E sim! Todas as comidas são puras. Mas barata não é comida, lagarto não é comida, sabão em pó não é comida o porco não é comida. E quem afirma isto é o próprio Deus. (Levítico 11:17).

Empregar a esta parábola um sentido literal, levará a conclusões teratológicas tais como: se tudo que sai do homem é literalmente impuro: então até o louvor, a oração, a pregação seriam igualmente impuros e contaminariam o homem, os adeptos desta teoria deveriam ficar sempre calados para não se contaminarem. Do mesmo modo, se no sentido literal, tudo que entra pela boca não contamina o homem, então não haveria casos de intoxicações alimentares, envenenamentos; viroses e etc.

E o contexto da parábola mostra a censura de Jesus aos fariseus que se apegavam a tradições humanas para anular o mandamento de Deus. (Veja Marcos 7:9).

Ora, as regras alimentares dadas por Deus em toda a Bíblia, em especial em  Levítico 11 não são tradições humanas, mas mandamentos de Deus!

Em Levítico capítulo 11, verso 44, Deus apresenta o motivo destas regras alimentares:

“Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto santificai-vos, e sede santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis com nenhum animal rasteiro que se move sobre a terra”.

Tanto o mandamento, quanto a sua motivação, continuam ainda válidas, tanto que o apóstolo Pedro repete a necessidade de santidade, ao mencionar esta mesmíssima passagem. Vejam:

“ ... porquanto está escrito: Sereis santos, porque eu sou santo.” I Pedro 1:16

Segundo Mateus 15:15, todos os discípulos ficaram em dúvidas quanto ao significado desta parábola e rogaram a Cristo: “Explica-nos esta parábola”.

E Jesus explicou nos versos seguintes o sentido espiritual: que eram os maus pensamentos sobre homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias que contaminavam o homem. E no final, ele diz, comer sem lavar as mãos, isso não contamina o homem. Ora se a primeira parte da explicação é espiritual, a segunda também tem que ser.

Sobre Romanos 14:2. Quem não come carne é realmente fraco na fé?
Um texto fora do contexto é pretexto para heresias. É evidente que tanto em Romanos 14 quanto em I Coríntios 10:25-27, Paulo lida com o problema dos alimentos previamente oferecidos aos ídolos.

Esta questão era causa de sérias preocupações por parte de alguns cristãos que por objeções de consciência evitavam o consumo de manjares (carne ou outro alimento) por entenderem que eles estavam contaminados com os ídolos.

Paulo, pede aos irmãos de Roma para serem tolerantes com estas pessoas, não porque houvesse algum mal intrínseco em ser vegetariano ou carnívoro àquela época, mas porque realmente os alimentos vendidos no mercado, embora consagrados aos ídolos, não afetavam de forma alguma os cristãos.

É neste sentido o texto de I Coríntios 10:25:

“Comei de tudo quanto se vende no mercado, nada perguntando por causa da consciência.” Versão PJFA.

Algumas versões trazem, comei de tudo que se vende no açougue, mas a tradução mais fiel ao texto original é a que fala “comei de tudo quanto se vende no mercado”.

Alguns irmãos evangélicos, no afã de defenderem a sua posição do “vale tudo em questões alimentares”, deturpam esta passagem para alegar que os cristãos devem comer de tudo que se vende no açougue sem nada perguntar. Mas a pergunta aqui, no seu devido contexto, não era se a carne era de porco ou de boi, mas se era ou não previamente sacrificadas aos ídolos!

E ainda assim, na hipótese de entender este texto no sentido absoluto, estes mesmos evangélicos deveriam comer ossos, sangue, sebo de boi etc, e sem nada perguntar, o que seria, deveras, hilário!

Mas acompanhe comigo, fazendo uma leitura fiel ao original: “comei de tudo quanto se vende no mercado, nada perguntando...”, estes mesmos irmãos deveriam comer igualmente sabão, pasta de dente, carvão mineral, papel higiênico etc, pois todas estas coisas são vendidas no mercado. E mais! deveriam comer, “sem nada perguntar por causa da consciência...” Percebem o absurdo?!?

Mas voltando ao texto de Romanos 14, que como já começa a evidenciar, a disputa em Roma e em Corinto era sobre os alimentos consagrados aos ídolos, e não o vegetarianismo ou as regras alimentares de Levítico 11.

Quem come só legumes, é fraco na fé? (Ver verso 2).

Arrancar estes versos do seu contexto, levará a conclusão de que Daniel e seus três companheiros, por exemplo, que nas cortes de Babilônia comiam apenas legumes eram fracos na fé, ou como queiram, fracos fisicamente. Isto seria um completo despropósito. Veja Daniel 1: 8-15.

“Daniel, porém, propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe concedesse não se contaminar. Ora, Deus fez com que Daniel achasse graça e misericórdia diante do chefe dos eunucos.E disse o chefe dos eunucos a Daniel: Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou a vossa comida e a vossa bebida; pois veria ele os vossos rostos mais abatidos do que os dos outros jovens da vossa idade? Assim poríeis em perigo a minha cabeça para com o rei. Então disse Daniel ao despenseiro a quem o chefe dos eunucos havia posto sobre Daniel, Hananias, Misael e Azarias: Experimenta, peço-te, os teus servos dez dias; e que se nos dêem legumes a comer e água a beber.Então se examine na tua presença o nosso semblante e o dos jovens que comem das iguarias reais; e conforme vires procederás para com os teus servos.Assim ele lhes atendeu o pedido, e os experimentou dez dias.E, ao fim dos dez dias, apareceram os seus semblantes melhores, e eles estavam mais gordos do que todos os jovens que comiam das iguarias reais.
Pelo que o despenseiro lhes tirou as iguarias e o vinho que deviam beber, e lhes dava legumes.”

O resultado foi que Daniel e seus companheiros aparecem mencionados na galeria dos campeões da fé mencionados em Hebreus 11:33 e 44

Será que o Deus de Daniel não é o mesmo Deus dos crentes romanos?

Vê-se claramente que a questão não era o regime alimentar em si mesmo, mas as objeções de consciência de alguns cristãos que achavam estar sendo contaminados pela comida vendida nos mercados de Roma e de Corinto. Nada mais que isto.

Mas, e quanto a Romanos 14:14 que diz “nada é de si mesmo imundo a não ser para aquele que assim o considera; para esse é imundo.”

Nesta altura da leitura, você já foi capaz de perceber o contexto geral das cartas de Paulo aos Romanos e aos Coríntios. Agora vamos dizer algo para você que esclarecerá completamente este ponto.

Observe que aqui Paulo fez uma grande generalização, falou de “coisa” em sentido geral.

 A palavra original traduzida do grego aqui para “imunda” é “koinos”(κοινὸν), que conforme o dicionário de grego Strong, trata-se daquilo  que é cerimonialmente comum ou profano. Exemplificando, uma galinha ou uma abóbora previamente consagradas a um ídolo se tornavam “imundas” para alguns cristãos, e neste caso Paulo usa o termo “koinos” para qualificar este estado de imundície ou impureza.

Agora, quando o idioma grego antigo rotula algo intrinsecamente imundo (independentemente de qualquer cerimônia), usa outro vocábulo: “akathartos” (ἀκαθάρτου), que aparece, por exemplo, em Apocalipse 18:2; “coito de toda ave imunda e aborrecível” ou Levítico 11:7 sobre o porco ser imundo na Versão Septuaginta, (uma ave imunda ou um porco serão impuros independentemente de qualquer cerimônia).

Portanto, em Romanos 14 Paulo apenas aborda a noção que alguns cristãos tinham sobre coisas em si mesmas limpas contaminadas pelas cerimônias religiosas dos pagãos feitas aos ídolos, nada tendo haver com coisas imundas por natureza como o porco o é.

É por essa razão Paulo pede para não perguntar... Por que na realidade uma galinha ou uma abóbora não mudava a sua essência simplesmente porque havia sido consagrada a um ídolo, mas por causa da consciência dificilmente alguém comeria um animal ou um pouco de arroz cozido encontrado numa esquina, sabidamente usado em rituais de macumba, pois mesmo sabendo que isto não tem o condão de fazer mal, a pessoa ficaria com algum receio. Você não ficaria?

Então irmão, trocando em miúdos, não confunda “koinos” com “akathartos”.

Paulo estaria sendo extremamente contraditório, ao dizer que “nada é imundo” para mais a frente no texto de II Coríntios 6:17 escrever:

“Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e eu vos receberei;”.

Obviamente, se você leu toda a explicação até aqui já deve estar pensando que o termo usado por Paulo aqui foi “akathartos” e não “koinos”. Se você pensou isto, meus parabéns, você entendeu. É só conferir em uma tradução grega da Bíblia e confirmar tudo o que foi dito até agora.

Logo, concluímos, que no texto de II Coríntios 6:17, o apóstolo Paulo manda não tocarmos em nada que em essência seja imundo por natureza. Exemplificando, um porco será porco ainda que você dê um banho nele e passe perfume, pois esta é a sua natureza. Não tem nada a ver com cerimônia ou rituais de consagração a ídolos etc.

Você deve estar pensando que isto é mera coincidência, mas não é. Vou citar uma passagem em que aparece as duas terminologias gregas no mesmo texto, sito aqui Atos 10:14 onde Pedro afirmou, “nunca comi nenhuma coisa comum (koinos) ou imunda (akathartos).

Percebeu? Pedro estava afirmando que jamais havia comido algo cerimonialmente imundo (ex. de alimentos sacrificados aos ídolos) ou intrinsecamente imundo (ex. de porcos, lagartos, cobras ou baratas).

Agora é com você, faça sua própria pesquisa, e tire suas conclusões. 

Mas e quanto ao texto que diz “que toda criatura é boa e não se deve rejeitar porque a Palavra de Deus e a oração é santificada..." 1Tm 4:3-5


O contexto das cartas de Paulo é o mesmo. Toda criatura é boa, porque tudo que Deus fez é bom... Mas não se deve também aqui apegar-se ao sentido absoluto desta afirmação, do contrário, não poderíamos rejeitar igualmente maconha, cidra, comigo-ninguém-pode, etc. Bastaria fazer uma oração e tudo estaria resolvido.

Evidentemente, Paulo não quer contradizer as regras alimentares impostas por Deus em sua Palavra. Tudo é bom no seu devido contexto.

Acompanhe comigo sobre o que Jesus falou sobre coisas boas e coisas não boas:

“E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? Mateus 7:9-11”.

O irmão evangélico poderia argumentar que mesmo uma serpente que é uma criatura de Deus, poderia ser recebida com ações de graça. Mas pelo texto, vê-se que esta não é a vontade de Deus. Ele quer nos dar boas coisas, aliás Paulo também escreveu acerca do que é bom em termos alimentares:

“Bom é não comer carne, nem beber vinho..." Romanos 14:21”.

Muito antes a Bíblia, e agora a Ciência estão a demonstrar que o alimento cárneo, e especialmente o porco, não é uma boa coisa para se ter como alimento. E Jesus afirmou que nosso Pai celestial sabe dar boas coisas aos seus filhos.

Mas alguém diria que Jesus prometeu para aquele que cresse Nele beberia até veneno que não seria danificado em nada Mc 16: 18...

Para estes respondo: Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Mateus 4:7

Outra objeção comum é afirmar que aos gentios na Assembleia de Jerusalém mencionada em Atos 15 não foi imposta nenhuma regra alimentar... Seria isto mesmo verdade?

Analise comigo. A lista de Atos 15 não é exaustiva e sim exemplificativa. É uma lista do que os gentios deviam evitar de fazer, e não queria isto dizer que tudo o mais estava liberado. 

O motivo é que no verso 19 discorre sobre os gentios que se convertem a Deus. Ora todos sabem que conversão importa em uma mudança de hábitos de vida. E além disso, o verso 18 assevera que são conhecidas todas as obras de Deus desde o princípio do mundo, e no verso 21 afirma que Moisés é lido desde os tempos antigos e em cada sábado é lido nas sinagogas.

Portanto, eram bem conhecidas as regras alimentares, não se fazia necessário aos Apóstolos “chover no molhado” e repetir exaustivamente estas regras novamente, pois estes gentios estavam bem doutrinados a este respeito. Daí haver apenas o reforço mandamento: “Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da fornicação, do que é sufocado e do sangue."  Atos 15:20”.

Espera aí, mas Paulo não disse que tudo podia ser recebido com ações de graças? Porque se abster do que é sufocado e do sangue? Essa turma do “liberou geral em questão alimentares” é mesmo incoerente... Fazer o que, vamos orar por eles.

Termino com a recomendação de Paulo:

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.” I Coríntios 10:31


quarta-feira, 3 de junho de 2015

As Duas Leis!!

Jesus aboliu a lei? Precisamos guardar todos os 10 mandamentos de Êxodo 20:3-17? O Sábado precisa ser guardado? Que lei foi abolida por Jesus? Quais sábados Jesus aboliu? Qual é o propósito e objetivo da lei? Foi a lei dos 10 mandamentos cravada na cruz?

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O Pôr-do-sol, a Santificação do Sábado, e o Confinamento para Provas e Concursos.


Já postamos neste blog um artigo esclarecendo a maneira correta de santificarmos o sábado segundo a Palavra de Deus. Porém, sentimos a necessidade de esclarecer melhor a seguinte questão: Pode alguém santificar o sábado chegando atrasado para o pôr-do-sol mesmo que já tenha feito toda preparação no local onde trabalha ou estuda ou no local onde esteve envolvido em atividades seculares?

Assim como temos feito em outros artigos abordando outros assuntos, vamos avaliar também esta questão de acordo com a inspiração, ela é e sempre será nossa guia infalível. As opiniões das pessoas podem divergir, as pessoas podem estar equivocadas mesmo que julguem possuir total certeza da verdade. Por isso, nossa certeza deve imergir da Palavra inspirada, aceita-la em sua simplicidade, crer em suas declarações sem ideias preconcebidas, com a confiança e a simplicidade de uma criança.

Ao avaliarmos esta questão, queremos mencionar outra que está ligada também com a questão da santificação do Sábado e o pôr-do-sol: A questão do confinamento em provas principalmente do Enem. Então, vamos lá!

O Sábado foi e sempre será uma prova ou um sinal de nossa fidelidade a Deus. A inspiração diz:

“E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.” Ezequiel 20:12.

O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido.” - O Grande Conflito, pág. 605.

Muitos aspectos estão envolvidos na verdadeira santificação do sábado, alguns tão minuciosos e à nossa vista pequenos, que julgamos muitas vezes serem insignificantes. Devemos lembrar, porém, que “quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo, também é injusto no muito.” Lucas 16:10. Se acharmos insignificantes alguns aspectos da santificação do sábado, por pensarmos talvez serem pequenos detalhes, podemos estar nos preparando para considerarmos posteriormente assuntos relacionados a esta questão como sendo sem importância, mesmo que sejam assuntos ou aspectos de muita gravidade.

“O homem que comete fraudes em coisas pequenas, também as cometerá em coisas grandes se lhe sobrevier tentação.” - Meditações Matinais 1995, pág. 341.

Ou seja, transgredir apenas poucos minutos do sábado pode nos levar a transgressões maiores, utilizando mais tempo sagrado para nosso benefício pessoal.

Na Bíblia, encontramos uma das experiências mais significantes no tocante à santificação do sábado em relação com a atitudes que julgamos muitas vezes serem de nenhuma importância.

O Povo de Israel foi advertido que o Maná não seria enviado nas horas sagradas do sábado, por isso na sexta-feira, deveriam colhê-lo em dobro. A ordem divina através de Moisés foi clara:

“Comei-o hoje, porquanto hoje é o sábado do Senhor; hoje não o achareis no campo.” Êxodo 16:25.

A inspiração, porém, relata:

“E aconteceu ao sétimo dia, que alguns do povo saíram para colher, mas não o acharam.” Êxodo 16:27.

Talvez, à primeira vista, estes detalhes passam despercebidos, mas é importante atentarmos para o fato de que o maná não foi apanhado no sábado, mesmo porque dele não havia no campo. Mas o fato do povo apenas sair para colher o maná, caminhar com este objetivo, constituiu tal ação uma transgressão do sábado. Precisou ouvir a solene advertência e reprovação do Senhor:

“Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis? Vede, porquanto o Senhor vos deu o sábado, portanto ele no sexto dia vos dá pão para dois dias; cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.” Êxodo 16:28-29.

A transgressão do sábado não se dá apenas no ato ou ação de uma determinada intenção, mas no princípio que a motiva, mesmo que este ato não seja concretizado. Apesar do povo não ter colhido o maná, para Deus foi como se tivessem colhido, pois saíram com este objetivo. A caminhada empreendida com aquela intenção constituiu a transgressão.

Alguém que sai do trabalho depois do pôr-do-sol e empreende uma caminhada ou uma jornada até a casa onde mora, está realizando tal percurso durante as horas sagradas do sábado por quê? Para curar um doente? Para ir à igreja? Para visitar um órfão ou uma viúva? Não, ele estará realizando este percurso unicamente por causa de seu trabalho!

Qualquer pessoa pode se locomover dezenas de quilômetros para auxiliar alguém durante as horas do sábado, porém, se se locomover um único metro com fins materiais, lucrativo, estará em transgressão, por que o princípio que o motiva é o trabalho secular, mesmo que ele não esteja literalmente envolvido naquele exato momento em tal ação.

O mesmo critério se aplica à questão do confinamento para o Enem ou qualquer outra prova. O percurso que alguém faz até o local da prova durante as horas do sábado tem um único objetivo: Realizar a prova, nada mais. Este percurso é pecaminoso, pois o princípio que o motiva é uma questão puramente material e secular!

Alguns são criteriosos com a questão do Enem, mas não veem que a mesma questão se acha envolvida no assunto do trabalho, quando alguém faz sua preparação no local de trabalho e se dirige à  casa onde reside, depois do pôr-do-sol. Tanto um caso como o outro, muito similares, constitui transgressão do dia santo reservado somente ao Senhor. Um faz a preparação na sexta-feira e vai para determinada escola ou local durante as horas sagradas do sábado e, depois de passado o sábado, se envolve em atividades seculares, ou presta um concurso ou faz uma prova. O outro trabalha durante a semana e se envolve também com assuntos não relacionados com a santificação do dia de Deus, assim como o primeiro também faz a preparação, mas vai para casa nas horas sagradas do santo sábado. Não há nenhuma razão para crermos que são situações diferentes.

Se na questão está envolvido apenas um assunto secular, se o trajeto está sendo efetuado unicamente por ter assuntos materiais envolvidos, a ordem divina é:

“... cada um fique no seu lugar, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.”

A inspiração também enfatiza:

“Devemos observar cuidadosamente os limites do sábado. Lembrai-vos de que cada minuto é tempo sagrado.” - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 22.

O que entendemos por ter que observar cuidadosamente os limites do sábado? Seria alguém estar realizando um determinado percurso durante as horas do sábado porque o trabalho não o permitiu estar em casa antes das horas santas? Respeitar os limites do sábado seria alguém estar se dirigindo a uma escola para fazer um concurso ou uma prova em um tempo que não lhe pertence?

Em nossa mente deve estar bem claro o pensamento que cada minuto do sábado é tempo sagrado que deve ser utilizado apenas segundo a vontade de Deus. Onde encontramos na inspiração que por causa do trabalho ou de um concurso ou do Enem, alguém pode usar alguns minutos ou talvez dezenas ou centenas de minutos para seguir seus próprios caminhos ou fazer sua própria vontade (Isaías 58:13) durante um tempo que não lhe pertence?

Afinal, o que significa Jesus ser o Senhor também do Sábado (Marcos 2:27)? Não significa porventura que Ele é o dono desse dia, que Ele separou estas 24 horas exclusivamente para Ele? Sendo Ele o Senhor desse dia, não deveríamos realizar neste dia apenas o que Ele permite que façamos, (Mateus 12:12)? E perguntamos: Onde encontramos alguma passagem que nos permite usar algum tempo do sábado ou algumas horas, ou talvez um minuto, para correr atrás de nossos interesses particulares e materiais? Se esta permissividade não pode ser advogada com base na inspiração, precisamos, a despeito das mais claras considerações humanas, ficarmos com a inspiração. Esta é nossa única segurança!

“Obediência, eis o objetivo a alcançar; obediência implícita e cega,” (à palavra de Deus) “sem deter-se para indagar a razão ou a ciência do assunto.” - Meditações matinais 2002, pág. 126.

Portanto, se alguém chegar, depois do pôr-do-sol da sexta-feira, em casa, por causa do trabalho, este ato constituirá transgressão das horas sagradas do sábado. Deus deixou esta questão clara para que ninguém se confunda. No livro de Neemias 13:15-18, encontramos este assunto bem esclarecido. Lá lemos:

“Naqueles dias vi em Judá os que pisavam lagares ao sábado e traziam feixes que carregavam sobre os jumentos; como também vinho, uvas e figos, e toda a espécie de cargas, que traziam a Jerusalém no dia de sábado; e protestei contra eles no dia em que vendiam mantimentos. Também habitavam em Jerusalém tírios que traziam peixe e toda a mercadoria, que vendiam no sábado aos filhos de Judá, e em Jerusalém. E contendi com os nobres de Judá, e lhes disse: Que mal é este que fazeis, profanando o dia de sábado? Porventura não fizeram vossos pais assim, e não trouxe o nosso Deus todo este mal sobre nós e sobre esta cidade? E vós ainda mais acrescentais o ardor de sua ira sobre Israel, profanando o sábado. Sucedeu, pois, que, dando já sombra nas portas de Jerusalém antes do sábado, ordenei que as portas fossem fechadas; e mandei que não as abrissem até passado o sábado; e pus às portas alguns de meus servos, para que nenhuma carga entrasse no dia de sábado.”

Em Judá estava o mandamento do Sábado sendo transgredido de várias formas. Pessoas pisando o lagar (local onde as uvas eram pisadas para se extrair seu suco) durante o sábado, animais trabalhando quando o mandamento diz: Nem seu animal (Êxodo 20:10). Havia também comércio livre, compra e venda, etc. O início do sábado, ao pôr-do-sol, também não era respeitado, pois havia livre acesso durante todo o tempo para os negociantes. Tudo isto constituía transgressão da ordem expressa de Deus sobre o quarto mandamento.

O que fez Neemias? Ele ordenou que antes do Sábado, quando o mesmo ainda não havia ainda chegado, as portas foram fechadas e somente foram abertas depois que o sábado terminou.

A Bíblia usa a expressão: “dando já sombra nas portas de Jerusalém antes do sábado”. Que sombras eram estas que se projetavam nas portas de Jerusalém? Eram as sobras das montanhas que estão em volta de Jerusalém.

“Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o Senhor está em volta do seu povo desde agora e para sempre.” Salmos 125:2.

Quando o sol começava a declinar por detrás daquelas montanhas, a sombra desses montes era então projetada nas portas de Jerusalém, mostrando assim que o sábado estava quase chegando. Neste momento, em Jerusalém, cessava toda a atividade secular. Isto deve nos mostrar que nossas atividades devem cessar um pouco antes do sábado e não propriamente no momento em que nós o iniciamos.


Oque ocorreria se alguém chegasse a Jerusalém depois de suas portas estarem já fechadas? Não poderia entrar, ele deveria passar a noite fora de Jerusalém. E se esta pessoa chegasse depois do pôr-do-sol por causa de um negócio que não conseguiu concluir para que pudesse estar ali na hora certa?

“Então os negociantes e os vendedores de toda a mercadoria passaram a noite fora de Jerusalém, uma ou duas vezes.” Neemias 13:20.

Mas a atitude desses negociantes ainda não estava correta. Ficar ali para logo depois do pôr-do-sol do sábado realizar seus negócios e afazeres, também não estava certo. Por isso Neemias relatou:

“Protestei, pois, contra eles, e lhes disse: Por que passais a noite defronte do muro? Se outra vez o fizerdes, hei de lançar mão de vós. Daquele tempo em diante não vieram no sábado.” Neemias 13:21.

Nos versículos encontrados no capítulo 13 do livro de Neemias mencionando a questão da santificação do sábado, temos duas lições claras e profundas para nos ajudar e ensinar nos dois assuntos aqui propostos:

1ª Se os que acham que podem chegar depois do pôr-do-sol em casa por estarem envolvidos em assuntos trabalhistas, vivessem nos dias de Neemias, e chegassem em Jerusalém depois que já havia começado o dia santo, passariam o sábado fora de Jerusalém.

2ª Aqueles que ficaram fora de Jerusalém esperando para que depois do sábado pudessem realizar suas atividades, também não estavam procedendo corretamente. Isto lança luz sobre a questão do sistema de confinamento para se prestar provas e concursos. Ficar confinado em um local, com o objetivo de, ao terminar o sábado, correr atrás de suas atividades seculares, é reprovável pela Palavra de Deus, é transgressão do mandamento, e jamais deve tal ato ser sancionado por uma igreja ou por qualquer pessoa que conheça a verdade!

A questão do confinamento não serve para um fiel observador do santo Sábado. Sua mente durante as horas do sábado deve estar voltada apenas para as coisas espirituais. Sem contar a questão do trajeto durante as horas sagradas do sábado realizado exclusivamente por causa da prova, existe a questão espiritual, onde a mente deveria estar voltada apenas para os assuntos por Deus propostos para este dia sagrado. Seria possível manter a mente ligada apenas e somente em coisas espirituais estando confinado em um local para a realização de uma prova importante esperada e aguardada com ansiedade?

“Deus requer, não somente que nos abstenhamos do trabalho físico no sábado, mas que a mente seja disciplinada de modo a pensar em temas santos.” – Orientação da Criança, pág. 529.

“Antes de começar o sábado, tanto a mente como o físico devem desembaraçar-se de todos os negócios seculares. Deus colocou o sábado ao final dos seis dias de trabalho, para que o homem aí se detenha e considere o que lucrou, durante a semana finda, em preparativos para aquele reino de pureza a que nenhum transgressor será admitido. Devemos cada sábado fazer um balanço para verificar se a semana finda nos trouxe lucro ou prejuízo espiritual.” - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 22.

Este é um texto que fica difícil de ser obedecido tanto para aqueles que não podem fazer o pôr-do-sol em casa, pois não sobra tempo para nenhuma reflexão antes do sábado, quanto para aqueles que acham que podem realizar alguma prova pelo sistema de confinamento. Na mente não passará nenhuma preocupação com uma prova ou com o Enem durante as horas santas do sábado, se tão somente nós sabermos que neste sistema de confinamento, não o podemos realizar.

Mencionando ainda a questão de estar em casa antes do pôr-do-sol, a inspiração ainda diz:

Antes do pôr-do-sol, todos os membros da família devem reunir-se para estudar a Palavra de Deus, cantar e orar. A este respeito estamos necessitados de uma reforma, porque muitos há que se estão tornando remissos. Temos que confessar as faltas a Deus e uns aos outros. Devemos tomar disposições especiais para que cada membro da família possa estar preparado para honrar o dia que Deus abençoou e santificou.” - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23.

Quando todos os membros da família devem estar reunidos? Antes, e não depois do pôr-do-sol. Chegar em casa apenas depois do sábado já começado é ir contra a inspiração e a Palavra de Deus!

Algumas pessoas questionam o fato de que, para alguém que mora em cidades grandes, estes princípios são difíceis de serem seguidos. Parece que o fato de morarem em grandes cidades é usado como desculpa para a transgressão da lei de Deus e muitos se justificam com este pensamento. Pensam que Deus os desculpará por isso. Porém, se o local onde eu moro, o serviço onde trabalho, ou seja lá o que for, está me atrapalhando de cumprir com a vontade de Deus, devemos pensar se compensa mesmo ganhar o mundo inteiro e perder a alma (Mateus 16:26).

Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna. Diz Deus: ‘Aos que Me honram, honrarei.’ I Sam. 2:30.” - Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 23.

Nunca esteve nos planos de Deus que Seu povo vivesse em grandes cidades. Os males de se viver em tais localidades são inúmeros. Mas se morar nas cidades ainda nos leva à transgressão da santa lei de Deus, então devemos tomar medidas para que não coloquemos nossa salvação e a salvação de nossa família em perigo.

Quando Deus, através da inspiração, nos aconselhou para que deixemos as grandes cidades, estava querendo evitar exatamente este e outros problemas.

O fato de virarmos as costas às orientações de Deus, morando em cidades grandes, acarretando assim a transgressão à Sua lei, ao contrário de servir de desculpa por moramos em tais cidades, servirá de condenação. Nossa desobediência às orientações Divinas acaba por acarretar outras transgressões. Por muitos ainda estarem vivendo em grande cidades, à despeito de saberem que ali não deveriam mais estar, prepara-os para a transgressão dos mandamentos de Deus no que diz respeito, por exemplo, a estarem em casa antes do pôr-do-sol.

“Um momento de descuido pode imergir uma alma em irreparável ruína. Um pecado leva ao segundo, e o segundo prepara o caminho para o terceiro, e assim por diante. Cumpre-nos, como fiéis mensageiros de Deus, rogar-Lhe constantemente que nos guarde por Seu poder. Se nos desviamos um centímetro que seja do dever, estamos em risco de seguir avante na senda do pecado que terminará em perdição. Há esperança para cada um de nós, mas unicamente de um modo, e este é ligar-nos a Cristo, e exercer toda energia para atingir à perfeição de Seu caráter.” – testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 212.

A Palavra de Deus nos aconselha:

“Saí das cidades o mais depressa possível.” - Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 356.

“Para fora das cidades, é minha mensagem neste tempo.” - Eventos Finais, pág. 95.

Não esqueçamos que a primeira cidade foi fundada por um homem completamente alienado de Deus (Gên. 4:17).

Outro ponto que precisamos esclarecer é o argumento de que, se errarmos, é melhor que erremos pelo lado da misericórdia.

Antes de qualquer coisa, preciso dizer que compreendo as diversas circunstâncias envolvidas nesta verdade e creio que este princípio deve ser seguido (Mateus 12:7). Devemos, porém, lembrar que este grau de misericórdia deve ser colocado por Deus e não segundo os pensamentos humanos (Isaias 55:8-9; Romanos 9:20; etc.). O ser humano está sempre sujeito em trocar valores e chamar o mal bem e ao bem mal (Isaias 5:20). A verdadeira misericórdia jamais dá ao pecador autorização para a transgressão da lei de Deus. Ao contrário disto, a misericórdia leva o pecador a um senso de necessária mudança instigada pelo amor e pela misericórdia a ele demonstrada na cruz.

Já conversei com dezenas de pessoas que me afirmaram acreditarem de coração que o fato de trabalharem durante o sábado não acarretará sobre elas os juízos de Deus, pois Deus é misericordioso, Deus quer que sustentem suas famílias e que não as deixem passar necessidades. Por isso, muitas vezes nosso senso de misericórdia pode estar ofuscado e totalmente desvirtuado se o compararmos com as Escrituras.

Em 1914, quando a igreja Adventista se postou contra a lei de Deus na transgressão inclusive do 4º mandamento, um dos argumentos usados, para defender os transgressores posteriormente, foi:

“Nossos irmãos mantiveram o espírito da liberdade, o espírito do amor, da tolerância e da misericórdia.” A. G. Daniells, presidente adventista - Protocolo, pág. 63.

Portanto, devemos cuidar para que a licença para o pecado não tome ares ou aparência de misericórdia. E como devemos saber quando é misericórdia ou quando é transgressão disfarçada de misericórdia? Como disse, nossa segurança é a palavra de Deus. Ela é nossa guia infalível.

“Lembra-te de que tens um Céu a ganhar, e um caminho aberto para a perdição, a evitar. Quando Deus diz uma coisa, quer dizer isso mesmo. Quando proibiu aos nossos primeiros pais comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal, sua desobediência abriu a todo o mundo as comportas da desgraça. Se andarmos contrariamente a Deus, Ele andará contrariamente a nós. Nosso único procedimento seguro é prestar obediência a todas as Suas ordens, sejam quais forem as custas. Todas as Suas exigências se fundam em infinito amor e sabedoria.” - Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 119-122.

Quando Deus diz que os limites do sábado devem ser respeitados, que ninguém deve sair de seu lugar por motivos não compatíveis com a santificação do quarto mandamento, é exatamente isto que Ele quer dizer. Ninguém precisa tentar fazer emendas na lei de Deus!

Desejamos findar este artigo dizendo que o sábado somente será uma benção se ele for obedecido em conexão com Jesus Cristo. A Bíblia diz que o sábado é um sinal entre Deus e os filhos de Israel. O sábado nunca foi sinal entre Deus e um povo que não o Seu povo. Precisamos ser israelitas se queremos ter os benefícios desse dia sagrado. E o que precisamos fazer para sermos israelitas? Eis a resposta:

“E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” Gálatas 3:29.

Os descendentes de Abraão são israelitas, e se somos de Cristo, somos também israelitas, e a nós pertencem todas as bênçãos do concerto Abraâmico, incluindo as bênçãos do sagrado e santo Sábado como um sinal entre Deus e os descendentes de Abraão. Mas isto só será possível se pertencermos a Cristo, se formos integralmente e totalmente dEle.

“E o Senhor diz: "Se desviares o teu pé de profanar o sábado, e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia, e se chamares ao sábado deleitoso, e santo dia do Senhor, digno de honra, ... então te deleitarás no Senhor." Isa. 58:13 e 14. A todos quantos recebem o sábado como sinal do poder criador e redentor de Cristo, ele será um deleite. Vendo nele Cristo, nEle se deleitam. O sábado lhes aponta as obras da criação, como testemunho de Seu grande poder em redimir. Ao passo que evoca a perdida paz edênica, fala da paz restaurada por meio do Salvador. E tudo na natureza Lhe repete o convite: ‘Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.’ Mat. 11:28.” - O Desejado de Todas as Nações, pág. 289.

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